Além da “aparição” miraculosa para um escravo, a imagem de Nossa Senhora também se faz presente em duas outras referências no DIA DE PRETO. A Virgem Maria está no chaveiro do puma amarelo do personagem de Marcelo Batista (foto acima), numa das cenas realizadas no estacionamento do shopping, e tem papel marcante nos momentos em que o Preto encontra o velho e fictício Cruzeiro do Engenho D’Água.
Para a caracterização do Cruzeiro atravessando as épocas, foram utilizadas duas estátuas de Nossa Senhora da Penna. No passado colonial, o Cruzeiro feito de pedra caiada, com suas velas escuras feitas de sebo, mostra a estátua da Santa desgastada, lavada, curtida. No século XXI, o limo do bosque úmido cobre a pedra do Cruzeiro, bruta e gasta. Mas a imagem de Nossa Senhora está restaurada, impecável entre as elegantes velas de parafina industrial branquíssima (acima).
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